Cachina’s Programming Blog


Bug Eclipse Galileo x Ubuntu 9.10

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em janeiro 8, 2010
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Editar o arquivo /etc/environment
sudo nano /etc/environment

e adicionar a linha: GDK_NATIVE_WINDOWS=true
pronto, pode clicar em qualquer botão do eclipse e funciona 🙂

Guake Terminal

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em janeiro 8, 2010
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Terminal Guake é um terminal para Linux indicado para quem está constantemente executando linhas de comandos. Assim, é possível gerenciar pastas e configurações do computador mais facilmente.

Ele funciona da mesma forma que o Yakuake: quando iniciado, o programa fica na memória para que seja iniciado mais rapidamente. Assim, basta pressionar a tecla de atalho F12 para mostrar ou esconder o programa. Isso torna o acesso a linhas de comando mais veloz.

Para instalar basta digitar o comando no terminal:
apt-get install guake

Chrome OS, sistema operacional da Google, deve ser lançado em uma semana

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em novembro 17, 2009
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O Google Chrome OS, sistema operacional da Google, deverá ser disponibilizado dentro de uma semana, de acordo com informações do site TechCrunch. A previsão anterior era de lançamento para 2010, mas aparentemente a empresa preferiu antecipar a estreia.

De olho nos netbooks (nos quais algumas empresas estão “improvisando” o Android), o sistema será inicialmente compatível com um número restrito de modelos, devido ao desenvolvimento de drivers para os dispositivos, que ainda não foi totalmente concluído. A princípio, a preferência é disponibilizar drivers para as empresas parceiras, como a Acer, Adobe, ASUS, Freescale, Hewlett-Packard, Lenovo, Qualcomm, Texas Instruments e Toshiba, mas outros drivers também serão liberados com o tempo, de acordo com o site Download Squad.

Um dos diferenciais do sistema operacional da Google é a aposta no Cloud Computing, ambiente em que, ao invés de utilizar o potencial e a armazenagem da máquina, o usuário consome recursos e espaço nos servidores da própria Google para a execução de tarefas rotineiras – um exemplo é o uso do Google Docs para edição de documentos. A intenção, segundo a própria Google é fazer possível o uso de programas robustos em computadores bastante básicos.

 

Fonte: IG Tecnologia

Adeus pagerank: a busca contextual veio para ficar

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em novembro 17, 2009
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As últimas semanas foram ricas em novidades de tecnologia de busca. Anúncios de parcerias da Microsoft com o Facebook e do Google com o Twitter, o Google Social Search, que foi confirmado no blog do Google. E, para terminar, uma notinha quase despercebida no blog do Google anunciou a disponibilidade de um “skin” de busca contextual para a Wikipedia – uma funcionalidade que é simples, mas que se torna relevante no cenário atual. Estamos vendo os sinais do amadurecimento de uma tecnologia que vem sendo desenvolvida há muito tempo: a busca contextual. E é também o marco de uma mudança definitiva na forma como o negócio de otimização de busca (ou SEO – Search Engine Optimization) funciona.

O que é a Busca Contextual

Em resumo, a busca contextual é a capacidade de realizar pesquisas na Internet que sejam direcionadas pelo contexto no qual a busca é realizada. O problema é que, para que seja realmente uma busca contextual, o contexto não pode ser informado explicitamente; ele precisa ser derivado implicitamente a partir de outras informações, ou no máximo obtido a partir de uma direção generalizada. A busca contextual é extremamente difícil de implementar porque depende da capacidade de processamento de linguagem e da análise de situações, de forma que possa decidir se o contexto é positivo ou negativo. Um exemplo antigo de erro de contexto é a lenda urbana que menciona um anúncio de uísque ao lado de uma matéria falando dos riscos de dirigir alcoolizado. Esse tipo de erro já aconteceu no passado, quando a tecnologia de anúncios contextuais estava começando a ser desenvolvida. Hoje em dia, os resultados já são muito superiores.

Mas e a Web Semântica?

Analisando de uma forma bem grosseira, a Web semântica é uma proposta formal de dotar a Web de uma infra-estrutura de contextualização que poderia permitir a classificação automática de conteúdo e a realização de busca contextuais. O problema com a Web semântica é que ela exige mudanças na estrutura atual da Web. As páginas precisam ser refeitas ou aumentadas com informação adicional. Decidir a melhor forma de classificar os dados já é por si só um problema, para o qual a maioria das pessoas não tem solução. Esperar que isso seja feito manualmente para todas páginas na Web é praticamente um sonho.

Na prática, o que estamos vendo é que a informação necessária para criar uma camada semântica sobre a Web já está sendo detectada e extraída da própria rede por meio de técnicas automatizadas. Uma das melhores fontes de informação de contextualização é o grafo social do usuário. O resultado desta técnica é a busca social, que já é uma das principais formas de busca contextual disponíveis para uso geral. Outra fonte interessante é a intenção do usuário, que pode ser detectada pelo seu comportamento ou por meio de critérios simples de seleção. Por exemplo, o Google e o Bing permitem selecionar resultados mais ou menos orientados para atividades comerciais (comparação de preço, shopping, etc). Finalmente, o próprio usuário pode interferir no resultado da busca, através de ferramentas de refinamento, comentários, ordenação de resultados etc. Tudo isso faz parte de um “kit de ferramentas” que torna o processo de busca cada vez mais customizado para cada usuário.

O fim do PageRank

Uma das consequências mais notáveis da busca contextual será o fim do conceito de PageRank como o conhecemos. O PageRank é hoje um artefato dos tempos originais do Google; já foi o grande diferencial do serviço, mas com o passar do tempo se tornou um fim em si próprio, indo contra as próprias razões pelas quais o conceito foi implementado em primeiro lugar. O próprio Google alerta contra o uso exclusivo do PageRank como métrica de qualidade do trabalho de SEO. Recentemente, o resultado de PageRank já começou a ser retirado de algumas ferramentas do Google, confirmando esta tendência.

O problema do PageRank é que ele reflete um modelo estático de relevância. O valor de uma página depende da estrutura de links que apontam para ela. Em uma web cada vez mais dinâmica e social, esta estrutura muda com muita frequência. Mais do que isso: em um mundo de busca contextual, não existe um resultado fixo e estático para a relevância de uma página.

A nova fase do SEO

A busca social inaugura uma nova fase de otimização de busca. A partir de agora, não basta criar uma estrutura rica em links. É preciso ocupar os lugares certos para estar presente no contexto desejado pelo usuário no momento em que a busca for feita. E isso envolve conversação contínua com a comunidade. É preciso estar presente e participar, por meio de redes sociais, blogs, Twitter etc. A comunicação passa a ser fundamental e, para que ela funcione, precisa ser constante, consistente e relevante:

  1. Constante significa que a comunicação não para. É preciso sempre estar conversando com os clientes, atualizando o timeline;
  2. Consistente indica que a presença deve se caracterizar por um comportamento uniforme, que traduza uma posição previsível e com a qual as pessoas possam se identificar;
  3. Relevante quer dizer que a mensagem deve ter conteúdo e deve atingir as pessoas certas.

O resultado final deste processo não deixa de ser irônico. Durante anos, a profissão de SEO evoluiu a ponto de se tornar estratégica para a presença Web de qualquer empresa. Muitas vezes, o trabalho de SEO focava mais nas questões técnicas do que na mensagem ou no conteúdo em si. Mas em um mundo de conversação e de relevância contextual dinâmica, outro tipo de atividade recupera seu valor: o planejamento de marketing tradicional, e mais especificamente o trabalho de relações públicas. Não basta mais escolher as palavras certas ou estruturar a página de uma determinada forma. O que determina o contexto – e particularmente o contexto social – é a capacidade de ocupar espaços e participar de discussões. Esse ressurgimento da atividade de relações públicas – agora revestida de uma linguagem Web e de práticas do mundo online – será um dos grandes diferenciais entre os sites que irão se destacar no mundo da busca contextual, deixando os dinossauros do PageRank para trás.

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publicado originalmente em ReadWriteWeb Brasil
Fonte: Imasters

Cinco razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em novembro 6, 2009
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Mesmo reconhecendo que a Microsoft fez um bom trabalho com o Windows 7, que o novo sistema operacional está mais leve e é mais seguro que as versões anteriores já lançadas pela empresa, o que faz, então, um grande número de usuários continuar preferindo usar o Linux (sem contar os novos adeptos) e defender a plataforma open source com unhas e dentes?

Se os motivos listados abaixo lhe soam repetitivos, é porque eles continuam a ser os principais atrativos do sistema operacional Linux que a Microsoft ainda não conseguiu vencer.

Segurança
Está provado: o Windows 7 é, realmente, o Windows mais seguro já criado pela Microsoft. Mas é melhor do que o Vista? Sim, é. Mais rápido do que o Windows XP? Hum… não muito. Ele conta com toneladas de aplicativos para ele? Sim.

Leia também:
>> Sem medo do pinguim: um guia para novatos em Linux
>> O que são e como instalar drivers em um PC com Linux
>> Como instalar o Windows no lugar do Linux
>> Sete razões que fazem as pessoas abandonarem o Linux
>> Como lidar com uma rede que tem PCs com sistemas operacionais diferentes
>> Migrar para o Linux pode resultar em boa economia para sua empresas

Mas o Windows 7 vai continuar enfrentando a infindável batalha dos malwares e ainda carrega muito de um modelo de segurança a era pré-internet? Sim, infelizmente a resposta é sim.

É possível manter um PC com Windows seguro, a partir de hábitos seguros e munidos das ferramentas adequadas. Isto é um pouco mais fácil para aqueles usuários com mais experiência em computadores e que não se deixam enganar facilmente pelos novos truques que os criminosos virtuais vem empregando.

O problema é que nem todo mundo tem esse conhecimento e mesmo os que têm não querem passar o tempo todo atentos a esse tipo de situação, não querem ter de se preocupar se serão hackeados enquanto fazem compras na web ou ter de pensar duas vezes antes de visitar um site ou clicar em um link que chegue pelo correio eletrônico.

No Linux, felizmente, esses problemas simplesmente não existem e os usuários podem usar seus computadores sem este tipo de preocupação.

Preço
Ok. Aqui vamos nós, uma vez mais, entrar na discussão sobre preço. Temos o novíssimo Ubuntu 9.10 funcionando perfeitamente em um PC da HP com processador Intel Pentium IV de 1,4 GHz e meros 512 MB de memória RAM, equipamento comprado em 2000. Seria impensável – e impossível – rodar qualquer versão decente do Windows 7 nesse equipamento.

Mas vamos deixar a questão do hardware de lado por um momento e pensar no preço do software. A versão mais barata do Windows 7 (Home Basic Full), no Brasil custa 329 reais – não existe a opção de atualização, embora a Microsoft possa lançá-la no início do próximo ano. Em contrapartida, o preço do Ubuntu 9.10 é… zero. Basta baixá-lo, instalar e começar a usar.

Atualização mais fácil
Para atualizar o Ubuntu no PC mencionado acima, foram necessários os seguintes passos: baixar o arquivo e queimá-lo em um CD; iniciar o PC a partir deste disco e instalar o Ubuntu 9.10 nele. O tempo total para realizar isso foi inferior a uma hora.

A instalação do Windows 7 a partir do XP é um processo muito mais complexo e, em nossos testes, consumiu cerca de oito horas. Uma forma de encurtar esse processo é contar com o auxílio de alguns programas extras com o Windows Easy Transfer e o PCmover, além do disco de instalação do sistema operacional propriamente dito.

Definitivamente, esse não é um processo simples, a não ser que você goste muito de lidar com tecnologia e decida fazer isso por sua conta e risco. Se realmente quer usar o Windows 7, o melhor a fazer é comprar um PC novo já com o sistema operacional instalado.

Compatibilidade de hardware
Ainda existe uma ilusão persistente de que o Linux suporta apenas um limitado conjunto de periféricos. Este é um conceito totalmente incorreto. O Ubuntu Linux é capaz de lidar com praticamente qualquer hardware disponível no mercado. Tudo bem que existem alguns itens específicos, em particular algumas placas gráficas e chipsets, para os quais será necessário baixar um driver adicional para poder obter o melhor desempenho gráfico possível.

Mas o que isso tem a ver com a comparação entre o Windows 7 e o Ubuntu? Muito. Ainda que a Microsoft tenha feito um trabalho muito melhor no quesito suporte a hardware com o novo Windows do que vimos no Vista, ainda existem alguns falhas de suporte com relação a alguns dispositivos bem comuns.

Por exemplo, o problema de sincronização do iPhone com o Windows 7 que parece resultado de um combinação entre a versão 64 bits do novo sistema operacional e algumas placas-mãe de alto desempenho que utilizam o chipset Intel P55 Express.

Ou que tal isso: as impressoras da HP ainda não possuem drivers compatíveis com o Windows 7. As informações mais recentes da consultoria IDC dão conta de que a HP detém 54% do mercado norte-americanos de impressoras. É inacreditável

Aplicativos
O senso comum sugere que o Windows tem a vantagem de possuir o maior número de aplicativos disponíveis do que a plataforma Linux. E de fato tem, é fato.

Mas quantos desses os usuários realmente precisam e utilizam? É claro que se o que o usuário realmente precisa são recursos que só existem, digamos, no Adobe Photoshop, então ele não tem qualquer motivo de pensar em usar o Ubuntu nem qualquer outra distribuição Linux. Nesse caso, a pergunta seria: então por que não escolher rodas o Snow Leopard em um Mac? Mas esta é outra discussão.

Entretanto, com exceção de jogos, nada parece apontar em favor do sistema operacional da Microsoft. O Ubuntu (e várias outras distribuições também) vem com uma suíte de aplicativos de produtividade gratuita que faz praticamente tudo que o Office da Microsoft é capaz de fazer.

Quer um cliente de e-mail? O Outlook Express não vem mais com o Windows 7 (embora se ainda seja possível baixá-lo do site da Microsoft). Já o Ubuntu oferece o Evolution, um dos melhores utilitários de e-mail já desenvolvidos.

Precisa fazer backup do seu PC? As duas plataformas oferecem isso, mas apenas o Ubuntu proporciona um serviço online, o Ubuntu One, com 2 GB de capacidade disponível (gratuito) e 50GB no serviço pago.

Caso necessite de uma ferramenta que não tenha vindo com a distribuição, basta visitar o Ubuntu Software Center, a “loja” do Ubuntu. As aspas estão aí porque tudo o que está lá é gratuito.

No caso do Windows, todo mundo conhece o caminho das pedras. Ou você compra o aplicativo que precisa (seja em uma loja física ou online) ou procura por algo que sirva no Download.com ou Tucows, por exemplo. Só não se esqueça de ter seu cartão de crédito em mão, afinal um bom software para Windows dificilmente será gratuito.

Não esperamos, mesmo, convencer fãs de carteirinha do Windows a trocar de plataforma. Nosso objetivo é acrescentar um pouco mais de lenha na discussão e colocar os usuários para pensar. Se puder, experimente o Ubuntu – e pode-se fazer isso mesmo sem mexer em nada na sua instalação Windows atual.

Quem sabe você não acabe descobrindo que esta distribuição (ou qualquer outra) do Linux é capaz de fazer tudo o que você precisa em um computador com muito menos problemas e sem precisar gastar nada.

 

Fonte: PC-WORLD

Promoção ajude o ubuntu games a se manter no ar e concorra a 3 camisas do blog.

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em outubro 8, 2009
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Em setembro do ano passado escrevi um post no blog com o titulo Você conhece o ubuntu games falando sobre o projeto ubuntu games, essa semana vi que o site do projeto tem uma meta de 150 mensais para manter o servidor no ar, partindo disso resolvi criar a seguinte promoção.

“Promoção ajude o ubuntu games a se manter no ar e concorra a 3 camisas do blog defendendoolinux no dia 30/10, para participar é simples copie e cole esse texto entre as aspas, preservando a formatação html no seu blog e deixe um comentario nesse link. Além disso o defendendoolinux fará uma doação em dinheiro ao projeto.”

Fonte: Defendendo o Linux

HTML 5

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em julho 28, 2009
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Introdução a Servidores Web

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em julho 21, 2009
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Esse slide faz parte de um treinamento que estou fazendo sobre php.

Para quem quiser acompanhar: http://cachinacursos.wordpress.com

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em junho 5, 2009

Internet Explorer perde liderança na Europa para Firefox

Posted in Sem-categoria por Mayron Cachina em abril 1, 2009
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A Microsoft perdeu na semana passada a liderança do mercado europeu de navegadores pela primeira vez em anos. O Firefox 3, do Mozilla, assumiu a posição do Internet Explorer 7, informou a empresa de pesquisa StatCounter nesta terça-feira (31).

O Firefox 3, da Mozilla Foundation, tinha 35,05% do mercado europeu de software para navegação na internet na semana passada, seguido pelo Internet Explorer 7 com 34,54%.

“A mudança é parcialmente explicada por uma pequena troca do uso do Internet Explorer 7 pelo Internet Explorer 8, mas também pela crescente participação de mercado do Firefox 3”, disse Aodhan Cullen, diretor-execeutivo da StatCounter, em um comunicado.

“Os números mostram que o Firefox está se aproximando e agora está apenas 10% atrás de todas as versões do Internet Explorer na Europa”, acrescentou Cullen.

Em fevereiro, o Internet Explorer 7 teve uma participação de mercado de 41%, seguido pelo Firefox 3 com 24%, de acordo com a StatCounter.

Fonte: G1

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